Bom pessoal este blog tem o intuito de ajudar outros pais que tem filhos com uma rara má formação chamada Hérnia Diafragmática Congênita. Caso vc conheça alguém que passa por isso, indique este blog...mtas vzs algumas informações podem salvar vidas

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Bora compartilhar informações sobre a HDC!!!

 Nossa faz um tempin que não escrevo aqui, não deveria ter parado, mas nunca é tarde para recomeçar não é mesmo.

Faz quase 4 anos desde o último post que fiz por aqui, muitas coisas aconteceram, ser mãe do Bruno é viver uma montanha russa constante.

A última vez que escrevi sobre como Bruno está faz quase 6 anos. Confesso precisei ler para lembrar até onde eu contei da história.

Mas antes de voltar a escrever sobre o Bruno, gostaria de lembrar que estamos próximos do Dia Mundial da Conscientização da Hérnia Diafragmática Congênita, que é no dia 19 de abril.

Bora compartilhar informações sobre a HDC.

Infelizmente muitos bebês ainda falecem por conta dela.

Recapitulando sobre Hérnia Diafragmática Congênita :

A Hérnia Diafragmática Congênita (HDC) ocorre quando o músculo diafragma, que separa o tórax do abdome não fecha, durante o desenvolvimento pré-natal.

O fechamento inadequado resulta na formação de um orifício. Assim, órgãos que normalmente se desenvolvem na cavidade abdominal, como intestino ou fígado, podem migrar para a cavidade torácica.

Esse deslocamento dos órgãos acaba limitando o espaço para o desenvolvimento adequado dos pulmões. Dessa forma, pode ocorrer uma Hipoplasia Pulmonar (pulmões subdesenvolvidos).

Estima-se que a incidência de Hérnia Diafragmática Congênita seja de um caso para cada 2.500 recém-nascidos. O diagnóstico pré-natal é feito por ultrassonografia, ainda no primeiro trimestre de gestação.

O tratamento para Hérnia Diafragmática Congênita também pode ser realizado ainda durante a gestação. O procedimento de Oclusão Traqueal Fetal, indicado em casos graves da doença, visa aumentar a sobrevida.

Esse tratamento tem contribuído para uma melhor abordagem no período neonatal, e também para os cuidados pediátricos.  

Possíveis causas da Hérnia Diafragmática Congênita

As causas da Hérnia Diafragmática Congênita ainda são desconhecida. Mas estudos sugerem que em entre 10% e 15% dos casos, ela pode ser provocada por distúrbios genéticos ou cromossômicos.

As doenças genéticas são geralmente monogênicas. Ou seja, causadas por um único gene, que pode ser dominante ou recessivo.  As mais comumente relatadas incluem:

A síndrome de Donnai-Barrow: doença evidenciada por características faciais incomuns, que além da malformação do diafragma, podem provocar a perda severa de audição. Também problemas na visão, deficiência mental leve a moderada e anomalias em outros órgãos, como coração ou intestino.

Síndrome de Fryns: o defeito no diafragma também é uma característica comum aos portadores dessa síndrome. Assim como na Síndrome de Donnai-Barrow, provoca características faciais incomuns e, geralmente, anormalidades nos dedos das mãos e pés. Estes, tendem a ser subdesenvolvidos e com uma aparência curta.

Síndrome do mosaico de Pallister-Killian:  é caracterizada por tônus ​​muscular extremamente fraco (Hipotonia). Pode causar deficiência intelectual, características faciais distintas, anormalidades genitais e esqueléticas, ou defeitos cardíacos. Cerca de 40% das crianças afetadas nascem com Hérnia Diafragmática Congênita.

No entanto, mais de 80% dos casos de Hérnia Diafragmática Congênita não estão associados a doenças genéticas ou alterações cromossômicas. A condição, isolada, raramente é herdada.

A Hipoplasia Pulmonar, principal consequência da Hérnia Diafragmática Congênita, pode causar redução do fluxo sanguíneo para os pulmões e Hipertensão Pulmonar (pressão alta na circulação pulmonar). Assim como asma, refluxo gastrointestinal, distúrbios alimentares e atrasos no desenvolvimento.

Como a Hérnia Diafragmática Congênita é diagnosticada?

O exame padrão para diagnosticar a Hérnia Diafragmática Congênita é a Ultrassonografia Morfológica Fetal. Realizado ainda no primeiro trimestre de gestação, possibilita a identificação ou suspeita do problema.

O exame deverá ser repetido no segundo semestre para confirmação do diagnóstico de Hérnia Diafragmática Congênita. Assim, esse acompanhamento considera a avaliação de algumas características associadas ao defeito, como malformações adicionais, avaliação do tamanho do pulmão, razão pulmão-cabeça e posição do fígado. Todos critérios importantes para determinar a gravidade da condição.

Além disso, alguns exames complementares podem ser indicados. Entre eles, o Ecocardiograma Fetal, para avaliar se há defeitos estruturais do coração. E a Ressonância Magnética Fetal, que fornece mais detalhes sobre a anatomia e posição do fígado, bem como o índice cabeça-pulmão.

Os resultados possibilitam a definição do prognóstico e da melhor conduta em cada caso.

Como a Hérnia Diafragmática Congênita é tratada?

Existe tratamento para todos os casos de Hérnia Diafragmática Congênita.

Nos casos menos severos, com bom prognóstico, geralmente é indicado o tratamento pós-natal. As chances de sobrevida, nesses casos, são de 70% em média.

Já nos mais graves, a indicação é de que o tratamento inicie ainda no pré-natal, com a cirurgia de Oclusão Traqueal Fetal. Por meio desse procedimento, é possível expandir o pulmão comprimido.

O procedimento prevê a colocação de um balão endotraqueal e é considerado minimamente invasivo. É realizado em ambiente hospitalar, geralmente entre 24 e 28 semanas de gravidez. E utilizada anestesia local para a gestante e, para o feto, geral.

Um endoscópio e um microcateter, acoplado ao balão vazio, são inseridos pelo abdome materno até a boca do feto. Então são posicionados na traquéia.

O balão é insuflado e destacado do microcateter, possibilitando a oclusão da traqueia e a retenção de líquido nos pulmões. Assim, é capaz de induzir o aumento pulmonar. Entre 32 e 34 semanas, geralmente, o balão é retirado.

Existe cura intrauterina para a Hérnia Diafragmática Congênita?

Mesmo com o procedimento intrauterino de Oclusão Traqueal Fetal tendo sido realizado, possibilitando que os pulmões cresçam o suficiente para aumentar as chances de sobrevida, ele não corrige a Hérnia.  

Após o nascimento, depois de um período na UTI neonatal para estabilização, o recém-nascido é submetido à cirurgia definitiva para o fechamento do diafragma.


Fontes:

https://cirurgiafetal.com/blog/hernia-diafragmatica-congenita-oclusao-traqueal-fetal/




sexta-feira, 27 de abril de 2018

Auxílio doença parental

Auxílio doença parental
Quando uma pessoa não pode trabalhar para cuidar do filho, pais, conjugue.
Mas é preciso entrar via judicial.

http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/diario-tv-2edicao/videos/t/edicoes/v/moradora-de-salesopolis-conquista-na-justica-beneficio-exclusivo-de-servidores-federais/5828734/

quinta-feira, 16 de março de 2017

O que você precisa saber sobre Hérnia Diafragmática Congênita (HDC)?

O que você precisa saber sobre Hérnia Diafragmática Congênita (HDC)?

O QUE É HDC?
É um defeito no diafragma (músculo que separa as estruturas abdominais das torácicas), permitindo a passagem das vísceras abdominais para a cavidade torácica. A incidência é de 1/2500 a 1/5000 nascidos vivos.

E O QUE ISSO REPERCUTE SOBRE O FETO?
As vísceras abdominais na cavidade torácica impedem o crescimento adequado dos pulmões, assim com a sua maturação.

COMO É REALIZADO O DIAGNÓSTICO?
Na ecografia obstétrica morfológica do primeiro trimestre, que é realizada entre 11 semanas e 13 semanas e 6 dias, você suspeita do diagnóstico.
Geralmente, no morfológico do segundo trimestre (entre 18 e 24 semanas) você confirma este diagnóstico.
QUAIS AS ESTRUTURAS ABDOMINAIS QUE HERNIAM NO TÓRAX?
Podem herniar estômago, baço, alças intestinais e, em casos mais graves, também o fígado.

E PORQUE O CASO É GRAVE QUANDO HÁ HERNIAÇÃO DO FÍGADO NO TÓRAX?
A herniação do fígado no tórax está relacionada a mau prognóstico porque a sobrevida pós-natal nesses casos é menor. 
Por isso, é muito importante realizar exame com especialista em Medicina fetal porque pode ser realizada uma medida durante o exame chamada Relação Pulmão-cabeça (RPC), que também se correlaciona com prognóstico. Quando há
fígado no tórax e a RPC for menor que 1,0, a hérnia diafragmática é considerada muito grave e a possibilidade de sobrevida pós-natal é próxima de zero.
Nos casos menos graves (sem o fígado no tórax ou RCP>1,0), o prognóstico é melhor e a chance de sobrevida pós-natal chega a 70%.

EXISTE TRATAMENTO PRÉ-NATAL?
Para os casos mais graves, com herniação do fígado no tórax e/ou RCP<1,0, pode ser realizado um procedimento no feto chamado de oclusão traqueal. Por via endoscópica, é colocado um balão na traquéia do feto entre 24 e 28 semanas de gestação.

E QUAL É O PAPEL DO BALÃO TRAQUEAL NO FETO?
Ele promove um aumento no volume do pulmão fetal, o que melhora a chance sobrevida pós-natal nos casos de HDC grave. A chance de sobrevida com alta do bercário para as crianças que fizeram o tratamento é de 50 % (o que seria próximo a zero se fosse realizada conduta expectante).

O BALÃO TRAQUEAL É RETIRADO DA TRAQUÉIA DO FETO?
Sim, geralmente é realizada a retirada do balão entre 32 e 34 semanas de gestação. A gestante aguarda em casa o início do trabalho de parto.
Após o nascimento, o recém-nascido é submetido à cirurgia definitiva de fechamento do diafragma pelo cirurgião pediátrico.

QUEM REALIZA O PROCEDIMENTO DE OCLUSÃO TRAQUEAL FETAL?
O grupo de cirurgia fetal da Rede Gestar de Mecdcina fetal, coordenado pelo Dr Fábio Peralta, em São Paulo, já realizou o procedimento em mais de 120 fetos. A casuística é a maior do nosso país, com resultados semelhantes aos de grabndes centros mundiais da Europa e dos Estados Unidos, com sobrevida com alta do berçário de aproximadamente 50%.
Site da clínica do Dr Fábio Peralta é http://www.gestarcmf.com.br/ .
Fonte: http://medicinafetalpoa.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-hernia-diafragmatica-congenita-(hdc).php

sábado, 17 de setembro de 2016

Bruno com 6 anos

Nossa quanto tempo não atualizo, não devia ter parado, pois me ajudaria muito quando eu consegui colocar em prática a idéia de escrever um livro.
Faz 3 anos que não atualizo, e nossa quantas coisas aconteceram e graças a Deus tudo literalmente tudo passa.
Nesses 6 anos (2010-2016), clinicamente o Bruno era instável.
Faz fisioterapia respiratória desde julho de 2011.
Faz Fono desde 2012.
Bruno está com 6 anos...não fala...anda na ponta dos pés...Tem paralisia cerebral e algumas características de autismo.
Bruno teve um engasgo feio em 2014...quase o perdi, mas graças a Deus e a minha mãe, ele voltou.
Depois de alguns meses começou a ser constante os engasgos..tanto em casa como na escola.
E como tinha inflamação direto de garganta e as amigdalas eram grandes, decidimos junto com o otorrino em fazer a cirurgia.
Operou em Julho de 2015 para retirar as amígdalas e adenoide em julho de 2015, depois dessa cirurgia melhorou bastante, até que em outubro 2015 saiu do oxigênio.
Mas mesmo depois da cirurgia, os engasgos continuaram, então decidimos ir em um gastro, e então foi pedido uma endoscopia, Bruno nunca tinha feito. E graças a Deus que fizemos, pois além de ter uma esofagite grau D, que é bem grave, ele estava com estreitamento do esôfago, o que causava os engasgos, pois fazia os alimentos voltarem.
Assim que recebi o resultado do exame, já enviei para o Dr Uenis o cirurgia pediátrico, assim que viu, ele respondeu que provavelmente teria q ser operado.
E então no dia 10/03/2016 Bruno passou pela sua quarta cirurgia, quando médico abriu, estava mais complicado do que imaginava, pois o esôfago além de estar muito machucado, estava tudo grudado, estava além do estreitamento, estava com encurtamento também, então o Dr teve que retirar quase todo o esôfago e colocou o estômago no torax mesmo, para fazer o papel  do esôfago.
Graças a Deus foram 13 dias no hospital, sendo 10 dias n uti, 7 sem alimentar por boca, sem febre.
Mas os sintomas até o corpo se adaptar demoraram pra passar.
Ainda tem sintomas, não pode comer muito que fica meio que cansado e quer deitar.
Dependendo do que come, já vai ao banheiro fazer o numero 2.
Mas o organismo já acostumou bastante com o novo funcionsamento.

Esqueci, desde o dia 09 de agosto de 2016 está sem o sildenafil, o remédio para hipertensão pulmonar, a pressão está em 33, ainda não está normal, mas só de não precisar de medicação e oxigênio não poderíamos estar mais felizes, pois esperamos por esse momento há 6 anos.

Tratamentos : Fono, Terapia Ocupacional, Equoterapia, Fisioterapia Respiratória e Motora.

Bom meu contatos são:

Celular 12 982289932



Agora Bruno tem uma cicatriz em  V ao contrário, mas é a marca da vitória!!!!!





terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Boas notícias

É faz um tempin que não apareço por aqui né.
Bom hoje vim dar boas notícias...
Chega a ser engraçado, quando esperamos o pior, algo bom acontece, e vice-versa.
Em dezembro o Bruninho faria um novo eco para verificar a hipertensão pulmonar, que da última vez que fizemos em agosto tinha melhorado, mas ainda sim estava de moderada a grave.
Eu estava muito preocupada pois quase 1 ano antes, estávamos todos otimistas achando que o Bruno estava super bem (assim por fora tava excelente, não tinha nenhum sintoma grave, apenas em determinados momentos a boca ficava roxa), aí fez o Eco, sedado para verificar com mais certeza as medidas, e deu gravíssima a hipertensão pulmonar
Então em dezembro fomos fazer o exame, sem sedação, porque devido a recorrência de resfriados, a cardiologista achou melhor não sedar, então para nossa surpresa, ele deixou fazer meio que reclamando, mas deixou, e aí veio a grande felicidade, que é como se o Bruninho não tivesse mais hipertensão pulmonar, porque é assim, quando a pessoa está sedada o normal é 25 e acordada é 30, e o Bruninho já tinha chorado  antes de entrar no consultório e estava reclamando, e o dele deu 29. Pensa numa pessoa extremamanete feliz, é assim que ficamos.
Nosso presente de Natal...
E assim, está cada vez melhor, com isso, ficando mais sem oxigênio, começamos abaixando de 2 litros para um pouco menos de 1 litro de oxigênio por minuto, e também tirar 3 vezes por dia 25 min e a cada semana aumenta mais 5 min.
Hoje Bruninho fica sem oxigênio 50 min, 3 vzs por dia, e fica super bem, isso porque ele fica correndo, subindo no sofá, e agora descobriu que sem o rabinho ele pode ir para fora, é só tirar que o danadinho já vai para cozinha, e se a porta tiver aberta já vai para o quinta e para área.
Bom só tenho que agradecer a Deus, uma doença muito grave que pode levar a óbito caso os remédios não façam efeito, no caso do meu filho que é secundária, está curado.
Sei que essa hipertensão pode voltar, mas se Deus quiser Bruninho tá curado.
E caso voltar, vamos continuar na luta, na fé que o pulmãozinho dele vai se regenerar e ele sairá do oxigênio.

Bom é isso por enquanto...

Segue umas fotinhas dele atual...





quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um pouco da trajetória do Bruninho

Depois de algum tempo sem vir aqui, hoje decidi vir para voltar a falar um pouco do que passamos com o Bruninho...só que antes de escrever sobre, pois depois da segunda cirurgia não falei mais a respeito, vou deixar 3 vídeos que fiz do meu pequeno grande guerreiro...

Esse primeiro vídeo, é do começo de vida do meu pequeno, os 3 primeiros meses...


Esse próximo vídeo, é do primeiro ano de vida do Bruninho...


E nesse último vídeo, é uma Retrospectiva dos 2 primeiros anos de vida do Bruninho....esse não consegui colocar o link igual os outros, então vou deixar o link do tube msm rs...

http://www.youtube.com/watch?v=oqCQAP0xkYA

bjs
Pri


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Hérnia Diafragmática de apresentação tardia!!!!

Olá...
Faz um tempin que não atualizo o blog, mas sempre leio os comentários....e respondo...

Voltando a atualizar, venho com uma notícia que não conhecia, mas que existe, é a Hérnia Diafragmática de apresentação tárdia...

Uma amiga e mãe de uma guerreira e sobrevivente a HDC, a Débie encontrou uma reportagem sobre isso e assim dividiu conosco...

E farei o mesmo aqui...

Infelizmente não consegui colocar o texto diretamente aqui, então deixo o link:



E existem momentos, situções, que somente DEUS pode explicar, afinal, NADA acontece sem a aprovação dele...O ÚNICO que sabe de todas as coisas...

um beijo

Priscila

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Reportagem sobre HDC

Bom depois de um bom tempo sem atualizar este blog, volto com uma reportagem bem bacana sobre HDC, fala também sobre a cirurgia intra-utero.

Só uma coisita quero escrever em relação a HDC, que tudo acontece conforme a vontade de Deus, pois mesmo que os médicos digam que o bebê não vai sobreviver (aconteceu isso cmg), acredite em Deus e peça que ele faça o melhor tanto para o bebê como para a mamãe, pois quando a ciência não tem mais o que fazer, somente Deus pode conduzir.



Até mais
Abraços,
Priscila

terça-feira, 29 de março de 2011

A Lei e o acompanhamento da mãe em internação da criança em UTI

Uma informação muito importante, que nem todos os pais sabem, se eu soubesse, tinha brigado pra ficar com meu filho quando estava na UTI Neonatal...


A Lei e o acompanhamento da mãe em internação da criança em UTI

O acompanhamento da criança em internação hospitalar, além de acalentador à própria mãe aflita, proporciona o envio de boas energias de amor aos pequenos carentes, sem contar o auxílio material que a mãe pode oferecer estando bem próximo do seu filho.

Negar o acesso e a permanência da mãe é uma afronta aos direitos materno, da criança e do adolescente e, sobretudo, humano.

Hoje, temos o Estatuto da Criança e do Adolescente como fundamento jurídico do acompanhamento das mães. O ECA, como é chamado, dispõe que: "Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente."

Portanto, a lei garante aos pais ou responsáveis a permanência integral, ou seja, vinte e quatro horas se assim o interessado desejar. O problema estava na falta de alojamento das mães que se deslocavam de outras cidades para acompanhar a evolução dos pequenos seres. A lei foi sábia nesse sentido.

O mesmo Estatuto das Crianças e dos Adolescentes deu o direito do alojamento conjunto para as mães. Diz o artigo 10: "Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a: V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe".

A intenção do Governo foi garantir a permanência da mãe sem custo de hospedagem enquanto seu filho permanecer no período de internação, principalmente quando residirem fora da Cidade sede do hospital. Trata-se de um Direito que deve ser exigido pela mãe, independente de filiação a qualquer programa assistencial.

Exijam seus direitos e lutem por eles.

Caso queiram ler mais sobre o Estatuto da Criança, é possível baixá-lo no seguinte site:

http://www.baixatudo.com.br/estatuto-da-crianca-e-do-adolescente
beijosss
Pri

terça-feira, 15 de março de 2011

Vacina Importante para bebês que tem HDC

Bom...uma informação mt importante
Existe uma vacina chamada Palivizumabe (VSR - Virus Sincicial Respiratório). q é mt importante para bebês q tem hdc, pois estes bebês que são cardiopatas (problema no coração) e tem problemas pulmonares , caso adquira este vírus pode piorar o quadro pulmonar, e levar internação, inclusive em UTI.
Este vírus pode causar pneumonia nos casos mais graves.
Esta vacina é de alto custo, e deve ser solicitada ao Estado, pelo cardiologista ou pneumologista, pois eles tem um formulário que é necessário para solicitar, e junto tem q ir um relatório médico.
Caso queiram mais informações segue o link do site da Sociedade Brasileira de Pediatria:
http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=21&id_detalhe=2224&tipo_detalhe=s

beijos
Pri